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Desbloqueando a saúde digital: dominando a descoberta de ativos em Healthtech
As organizações de saúde são ambientes altamente dinâmicos que adotam tecnologias modernas para oferecer o melhor atendimento aos pacientes. No entanto, embora essas tecnologias melhorem o atendimento, sua expansão dispersa dados confidenciais e cria mais superfícies de ataque que cibercriminosos podem explorar. Como os dados de saúde têm alto valor, esses criminosos miram especialmente as organizações do setor, que sofrem, em média, 1,99 violações de dados por dia envolvendo mais de 500 registros.
Muitas dessas violações podem ser evitadas se as organizações identificarem seus ativos, avaliarem vulnerabilidades e aplicarem os controles de segurança adequados. Ao eliminar vulnerabilidades conhecidas, as organizações de saúde tornam a vida mais difícil para os cibercriminosos.
Entenda os desafios da descoberta
Apesar dos diversos fatores de segurança e privacidade que levam as organizações de saúde a proteger cada ativo, alguns acabam passando despercebidos. Isso acontece especialmente com ativos distribuídos por ambientes de nuvem, como plataformas SaaS. A infraestrutura de saúde moderna já não se limita a um único local ou data center. Essas organizações adotaram novas tecnologias e serviços baseados em nuvem para atender melhor às necessidades dos pacientes. Infelizmente, isso gerou uma expansão tecnológica mais difícil de rastrear e gerenciar, deixando alguns ativos que prestam serviços sem o devido monitoramento e governança.
Complexidade técnica
O ecossistema de saúde moderno é tecnicamente complexo, com dispositivos e sistemas interconectados que desafiam até as equipes de TI mais experientes. As redes de saúde abrangem dispositivos médicos de vários fabricantes, cada um com sistemas operacionais e requisitos de software próprios, o que dificulta a implementação de protocolos uniformes de gestão e segurança de ativos.
É importante lembrar que muitas tecnologias de saúde são projetadas para durar décadas: alguns equipamentos de diagnóstico por imagem continuam em uso por quase 30 anos. Muitos desses sistemas antigos não foram projetados com as práticas de segurança atuais em mente, e integrá-los às tecnologias de ponta de hoje adiciona outra camada de complexidade. Raramente esses sistemas se integram sem problemas, e pode ser necessário desenvolver soluções personalizadas para que funcionem juntos.
As organizações de saúde modernas também se espalham por diversos prédios e locais, formando grandes estruturas organizacionais para atender a diferentes necessidades assistenciais. Com essa expansão, os profissionais de saúde acessam sistemas de vários locais e usam muitos dispositivos, o que complica a segurança e o gerenciamento dos pontos de acesso. Esses sistemas transmitem continuamente dados confidenciais e essenciais, de registros internos a comunicações com laboratórios externos e seguradoras, e exigem mapeamento preciso e segurança para proteger as informações dos pacientes. A integração de ambientes virtuais e de nuvem torna esse cenário ainda mais complexo: os ativos podem ser alterados rapidamente, criando um ambiente dinâmico, mas difícil de gerenciar.
Com a integração da tecnologia às operações de saúde, as próprias organizações se tornaram mais dinâmicas, incorporando novas tecnologias à medida que elas surgem para facilitar tratamentos e operações. Com os rápidos avanços da tecnologia na área da saúde, as organizações precisam acompanhar as atualizações e integrar perfeitamente tecnologias médicas de ponta e soluções de TI aos sistemas existentes. Essa necessidade de evolução tecnológica contínua reforça a importância de uma gestão robusta da tecnologia e de uma infraestrutura escalável.
A escala e o dinamismo dessa complexidade técnica já superaram os limites do monitoramento manual e da automação tradicional. Pessoas e sistemas baseados em regras têm dificuldade para acompanhar ativos que são criados, modificados ou desativados constantemente em ambientes híbridos. Esse é o cenário ideal para a inteligência artificial. A IA é excelente em processar e correlacionar grandes volumes de dados de fontes diversas, de registros de serviços em nuvem ao tráfego de rede. Ela identifica padrões, detecta anomalias e revela relações ocultas entre ativos que passariam despercebidas por um analista humano. Essa capacidade de encontrar o “sinal em meio ao ruído” torna a IA uma tecnologia essencial para alcançar visibilidade e controle reais em ecossistemas complexos, como os da saúde moderna.
Embora muitos desses ativos permaneçam em uso por bastante tempo, todos têm um ciclo de vida que chega ao fim e precisam ser gerenciados adequadamente para garantir a remoção dos dados. Isso exige desativar e documentar sistemas obsoletos com cuidado para garantir segurança e conformidade, além de gerenciar meticulosamente dispositivos remotos essenciais a serviços como a telemedicina. Essas medidas são indispensáveis para manter a integridade e a segurança das operações, sobretudo quando as organizações de saúde buscam crescer e se adaptar sem criar brechas de segurança.
Desafios de segurança
As exigências regulatórias que protegem a privacidade dos dados dos pacientes estão na raiz de muitos desafios de segurança na área da saúde. Elas determinam controles rigorosos para manter a confidencialidade dos prontuários. No entanto, é impossível implementar esses controles sem saber onde estão todos os dados confidenciais. O desafio se torna ainda mais complexo para organizações com operações em diferentes países, que precisam lidar com regulamentações variadas em cada região, dificultando ainda mais a conformidade.
Para manter a conformidade, essas organizações precisam estar sempre preparadas para auditorias. Isso envolve manter registros detalhados das atividades de conformidade e da gestão de ativos.
Além dos desafios impostos pelas mudanças regulatórias, as organizações de saúde precisam lidar com vários riscos de segurança decorrentes de vulnerabilidades humanas e tecnológicas. Ameaças internas e golpes de phishing, nos quais funcionários podem manusear dados confidenciais de forma inadequada ou ser enganados por comunicações fraudulentas, são riscos humanos significativos.
A área da saúde enfrenta riscos de ataques de ransomware, que bloqueiam o acesso aos dados até o pagamento de um resgate, e de vulnerabilidades de IoT em dispositivos médicos conectados, que podem ser exploradas para obter acesso não autorizado. Ativos não identificados têm maior probabilidade de serem alvo desses ataques, pois podem conter vulnerabilidades exploráveis.
Ativos sem monitoramento também podem ser alvo de violações de segurança física. Quando ladrões roubam esses dispositivos, dados confidenciais podem ser perdidos sem que a organização saiba — até que eles apareçam algum dia em um site da dark web.
Desafios de gestão
Os desafios de gestão em TI na área da saúde abrangem diversos problemas, de Shadow IT à gestão de recursos. Shadow IT — o uso de dispositivos e softwares não autorizados, sem supervisão da equipe de TI — introduz vulnerabilidades de segurança e riscos de vazamento de dados. Essa tecnologia não autorizada pode levar ao manuseio inadequado ou à exposição de informações confidenciais a ameaças, dificultando a conformidade com as rigorosas regulamentações do setor.
Também surgem desafios operacionais e de manutenção, pois a falta de suporte oficial à Shadow IT pode aumentar o risco de falhas nos sistemas. As dificuldades de recuperação de desastres ficam evidentes ao tentar restaurar dados dessas fontes não oficiais, o que pode causar perdas significativas de dados e interrupções nas operações.
A Shadow IT também dificulta a gestão de recursos, pois a implantação não autorizada de tecnologia leva ao uso ineficiente dos recursos da organização. Isso desperdiça recursos financeiros e desvia os esforços de TI de projetos estratégicos para a gestão e mitigação dos riscos associados a tecnologias não aprovadas.
As políticas são a base da TI na área da saúde, e sua aplicação exige uma estratégia abrangente que garanta que todos os profissionais sigam de forma consistente as políticas de TI e segurança. Isso envolve implementar sistemas robustos de monitoramento e auditoria para avaliar regularmente o cumprimento das regras, além de incentivos e penalidades que recompensem a conformidade e tratem as violações. Essas medidas ajudam a manter um alto padrão de disciplina em segurança entre os funcionários.
O suporte tecnológico também tem um papel fundamental. Soluções tecnológicas avançadas podem automatizar a aplicação de políticas e protocolos de segurança, reduzindo a probabilidade de erro humano e garantindo uma implementação consistente em toda a organização. Também é importante criar canais de feedback para que os funcionários possam comunicar problemas ou sugestões relacionados às políticas, promovendo uma cultura de segurança proativa.
Iniciativas de educação são essenciais para complementar essas medidas. Os programas de treinamento e conscientização devem ser atualizados continuamente e oferecidos a todos os funcionários para informá-los sobre as políticas, práticas e possíveis ameaças à segurança mais recentes. Essa formação contínua ajuda a criar uma equipe bem informada, que contribui efetivamente para a postura de segurança da organização.
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Descoberta feita para o seu ambiente
Muitos desafios relacionados à privacidade e à segurança na área da saúde decorrem da visibilidade e do controle insuficientes dos ativos digitais. Processos de descoberta adequados, que identifiquem e cataloguem com precisão todos os ativos nos ecossistemas de TI da área da saúde, são essenciais. Ao incorporar esses ativos a processos estruturados de gestão, as organizações podem melhorar significativamente sua postura de segurança. Essa gestão abrangente permite aplicar medidas de segurança direcionadas, cumprir melhor as rigorosas regulamentações de privacidade e monitorar e mitigar vulnerabilidades com mais eficácia, protegendo dados confidenciais de pacientes e operações de saúde.
A integração simples é essencial
Para empresas de Healthtech que usam infraestrutura de nuvem, integrar ferramentas a serviços como AWS ou Cloudflare é essencial para manter listas de ativos precisas e confiáveis. Essa integração aumenta a eficiência operacional ao simplificar fluxos de trabalho e otimizar o uso de recursos, reduzir redundâncias e melhorar a dinâmica geral das operações. Com essas ferramentas, as organizações de Healthtech podem operar sem interrupções e gerenciar seus ativos com mais eficiência.
Integrar ferramentas de segurança avançadas a serviços de nuvem fortalece as medidas de segurança e permite detectar e responder rapidamente a possíveis ameaças. Essa abordagem proativa ajuda a proteger dados confidenciais essenciais às operações de saúde, reduzir riscos e aumentar a confiabilidade da infraestrutura de Healthtech.
Na gestão de dados e na conformidade, a integração simples com serviços de nuvem garante acesso a informações de ativos precisas e em tempo real. Esse recurso é essencial para cumprir as rigorosas regulamentações da área da saúde e simplificar auditorias. Com acesso constante e imediato aos dados dos ativos, as empresas de Healthtech podem atender aos requisitos regulatórios com mais eficiência, reduzir o risco de problemas de conformidade e agilizar as tarefas relacionadas a auditorias.
Ciclo de vida da descoberta
A descoberta contínua de novos ativos é essencial à medida que os ecossistemas tecnológicos evoluem rapidamente. Esse processo permanente garante o monitoramento e a atualização constantes dos ambientes de TI, aumentando a eficácia e a confiabilidade das operações. Ao manter os registros de ativos atualizados, as organizações de Healthtech têm uma visão completa dos sistemas, essencial para a confiabilidade e para garantir que todos os componentes funcionem como esperado.
A descoberta contínua também é necessária para a segurança e a conformidade. Atualizações regulares dos ativos ajudam a detectar e corrigir vulnerabilidades rapidamente, o que é essencial para manter medidas de segurança robustas. Manter o inventário de ativos atualizado ajuda as organizações a cumprir os requisitos de conformidade, garantindo que todos os ativos atendam aos padrões regulatórios.
Do ponto de vista da gestão de recursos, o monitoramento contínuo de ativos permite que as empresas de HealthTech otimizem o uso dos recursos e reduzam o desperdício. Isso diminui os custos e aumenta a eficiência dos serviços de saúde prestados.
Entenda os riscos
Usar ferramentas que classificam os riscos dos ativos é essencial para identificar e priorizar com eficiência a proteção dos ativos de alto risco, aprimorar a gestão de ameaças e garantir a conformidade regulatória. Uma abordagem baseada em riscos ajuda a direcionar as estratégias de cibersegurança para os ativos mais expostos, permitindo que as organizações gerenciem ameaças potenciais com mais eficiência e cumpram regulamentações rigorosas.
Do ponto de vista estratégico, essas ferramentas ajudam no planejamento de segurança de longo prazo, preparando as organizações para os desafios futuros de cibersegurança. Esse planejamento estratégico é essencial para preservar a integridade e a segurança de dados e sistemas de saúde confidenciais ao longo do tempo.
Além disso, a classificação de riscos favorece o uso ideal dos recursos. Ao concentrar os esforços e investimentos em segurança nas áreas de maior risco, as organizações garantem medidas de segurança eficazes e econômicas. Priorizar os ativos de alto risco não só simplifica as operações de segurança, como também maximiza o impacto desses esforços.
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Com a Snyk, as organizações podem usar a varredura automatizada de segurança para simplificar e aprimorar o processo de identificação e correção de vulnerabilidades, desde as primeiras etapas do desenvolvimento até a implantação. Essa automação abrange uma ampla variedade de serviços de teste, incluindo análises estáticas e dinâmicas e avaliações especializadas para as complexidades dos ambientes de API.
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