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A migração da Helvetia para a nuvem leva a empresa à Snyk

Setor: Finserv
Location: Switzerland

Destaques:

Detectar automaticamente problemas de ciclo de vida no software desenvolvido internamente

Transparência sobre a integridade das aplicações

Capacitar as equipes de desenvolvimento para avaliar a segurança dos componentes de terceiros usados nas aplicações

O desafio

Quando a equipe da Helvetia começou a abandonar a infraestrutura de desenvolvimento interna em sua jornada para a nuvem, foi preciso redobrar a atenção aos requisitos de segurança e analisar os riscos de executar seu próprio software na infraestrutura em nuvem. A segurança das aplicações era gerenciada manualmente, com verificações de dependências do OWASP e análises externas de segurança. No entanto, como havia muitas aplicações novas no ambiente, o processo era lento demais. Durante o desenvolvimento do software, a equipe configurava middleware e precisava de uma ferramenta que cobrisse todas as dependências. O objetivo era deixar a abordagem de “proteção”, com testes de segurança realizados tardiamente, e passar para a “detecção” mais cedo no ciclo de vida do desenvolvimento de software (SDLC), deslocando a segurança para a esquerda. Para isso, era necessária uma ferramenta que gerasse relatórios automaticamente. Além disso, a equipe jurídica queria uma solução que desse visibilidade ao uso de licenças no software. Os requisitos para a plataforma de detecção incluíam:

  • Relatórios automatizados sobre:

    • Vulnerabilidades nas dependências utilizadas

    • Gerenciamento do ciclo de vida

    • Uso de licenças

  • Integração ao ciclo de desenvolvimento

  • Suporte nativo para:

    • Análise de imagens de contêiner

    • Análise de dependências de código

  • Informações para correção

  • Integração com Kubernetes / OpenShift

  • Análise de dependências das principais linguagens de programação da equipe

  • Conformidade com ISMS e ISO 27001

A solução

Para migrar os ambientes de execução e desenvolvimento da Helvetia para a infraestrutura em nuvem, a equipe sabia que precisava ter uma visão geral e avaliar a integridade de todas as aplicações em execução na plataforma. Após avaliar mais de 20 fornecedores segundo seus critérios, concluiu que precisaria de plataformas maduras, como AWS, Openshift e Snyk, para desenvolver a plataforma de contêineres da Helvetia.

A Snyk foi a solução que melhor atendeu às necessidades identificadas, especialmente em gerenciamento de ciclo de vida e de licenças. Além disso, a equipe da Helvetia constatou que a Snyk atendia aos principais requisitos de dependências, com suporte para Java/Maven, Typescript/NPM, Python e .NET. Para os desenvolvedores, era importante ter uma ferramenta simples de usar pela CLI e integrada ao IntelliJ, seu IDE. A integração com o Bitbucket Server também era essencial para analisar repositórios diretamente no Bitbucket. Por fim, a integração completa com CI/CD era fundamental para testar cada build e alertar a equipe quando algum requisito interno fosse violado.

Além disso, o modelo de preços da Snyk permitiu que a Helvetia começasse em pequena escala, de acordo com o número de usuários, e ampliasse o uso com o tempo. Isso foi importante para acompanhar a migração gradual para a nuvem: conforme a Helvetia crescesse, a Snyk poderia crescer junto.

O impacto

Desde que implementou a Snyk, a equipe consegue detectar automaticamente problemas de ciclo de vida no software desenvolvido internamente e usar os relatórios da Snyk para verificar determinadas dependências. Também é possível registrar as dependências utilizadas em um nível mais alto de abstração na ferramenta de gerenciamento de ciclo de vida LeanIX. Assim, a equipe acompanha o uso das dependências e identifica problemas relacionados ao fim do suporte.

O CTO exige que a equipe faça um teste de segurança antes de uma auditoria. Embora esse teste possa revelar muitos problemas, também leva tempo para gerenciá-los. Com a Snyk, porém, as vulnerabilidades mais simples já são tratadas, permitindo priorizar testes de invasão e auditorias para aplicações críticas.

Agora, a equipe da Helvetia tem visibilidade sobre a integridade das aplicações, e as equipes de desenvolvimento contam com ferramentas para avaliar melhor quais componentes de terceiros estão usando. Isso permitiu adotar uma abordagem de segurança contínua. Nas palavras de Björn:

“Precisamos garantir a qualidade durante o desenvolvimento, e a Snyk nos ajudou a conseguir isso. Não teríamos chegado tão longe sem uma ferramenta como a Snyk.”

Integração do Red Hat OpenShift com a Snyk

Atualmente, a equipe usa a integração do Snyk Container com o OpenShift para analisar cargas de trabalho de contêiner em execução e está definindo a arquitetura das aplicações executadas no OpenShift.

Como a equipe da Helvetia não tem experiência com nuvem na AWS nem no Azure, buscou uma plataforma que mostrasse o que o provedor de nuvem estava fazendo e como estava se saindo. A equipe não queria ficar presa a um fornecedor de nuvem e, como disse Björn: “O Openshift nos oferece isso. Não temos muita experiência com contêineres, e o Openshift nos permite gerenciar contêineres com segurança integrada, algo muito importante para nós como empresa.”

O Openshift é um dos ambientes de execução de contêineres que permite à equipe evitar ter que construir tudo por conta própria. Além disso, oferece diversos benefícios para melhorar a experiência dos desenvolvedores. A equipe pode ocultar ou abstrair detalhes da infraestrutura de nuvem na interface do cloudshift, sem precisar se preocupar com o que acontece nos bastidores. Isso reduziu as preocupações com bibliotecas e bancos de dados e deu mais transparência aos desenvolvedores.

/about/ Helvetia

Contexto:

A Helvetia Insurance é uma das três maiores seguradoras de todos os ramos, com sede em St. Gallen, na Suíça, e oferece uma ampla variedade de produtos por meio de várias marcas. Nos últimos anos, passou por diversas fusões e aquisições, o que tornou seu ambiente de TI mais complexo e levou à adoção e à necessidade de novos aplicativos para apoiar os negócios. Parte desse processo motivou a migração para a nuvem e, com ela, uma nova forma de gerenciar a segurança.

A equipe

Björn Fisher, engenheiro de software, faz parte da equipe de Tecnologia de Soluções de Front-end, responsável por buscar novas formas de desenvolver, executar e oferecer soluções de software aos clientes da Helvetia, garantindo uma ótima experiência para o usuário. Entre as partes interessadas estão:

  • A equipe de Segurança da Informação, cuja prioridade é “detectar antes de proteger”.

  • Desenvolvedores de diferentes unidades de negócio que precisam criar software e buscam novos serviços para usar em suas soluções e proporcionar uma experiência melhor aos clientes.

  • A equipe de gerenciamento do ciclo de vida, que agora está concentrada na nova plataforma.

  • O CTO, cujos requisitos para a plataforma incluem redução de custos, necessidades de auditoria, análise de vulnerabilidades e licenciamento.

  • O Cyber Defense Center, que consome os dados da empresa.